02/07/2009 - 19h15min
Speedy, da Telefônica, passa por nova instabilidade nesta quinta-feira
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Desde o início da tarde desta quinta-feira (02/07), o Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, vem apresentando instabilidades. Na região central da capital paulista, de onde esta nota está sendo produzida, a conexão vai e volta e, quando está no ar, apresenta-se muito lenta (o jornalista utiliza uma conexão de 2Mbps).
Contatado, o serviço de suporte ao Speedy (pelo número 10315) ? depois de mais de dez minutos de espera, informou, por intermédio da atendente Marcia, que ?o serviço apresentava instabilidade?. Questionada se era apenas na região central de SP, ela completou: ?Não senhor. A instabilidade afeta o serviço como um todo. Estamos trabalhando para resolver o problema, mas ainda não há previsão para seu restabelecimento?.
No serviço de microblogging Twitter, há diversos relatos de problemas para acessar o serviço da Telefônica.
Na última sexta-feira, a operadora anunciou a antecipação de investimentos para solucionar os inúmeros problemas que o serviço vem enfrentando no último ano. De acordo com a Telefônica, a soma aplicada nos próximos meses chegaria a 70 milhões de reais.
A informação foi divulgada depois que, em 23/06, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) proibiu a empresa de vender planos do Speedy, por tempo indeterminado, devido aos problemas que o serviço vem apresentando.
A mais séria das falhas aconteceu em julho de 2008, quando os clientes da empresa ficaram por 36 horas sem o serviço Na ocasião, um problema no roteador, equipamento que faz o controle do tráfego da internet, em Sorocaba, interior de SP, foi apontado como o responsável pela pane.
Em abril, o serviço de banda larga da Telefônica ficou instável por quase uma semana. A empresa alegou ataque de crackers como o motivo para a instabilidade.
No começo de junho de 2009, foi a vez da telefonia fixa enfrentar problemas, deixando mudos telefones de várias regiões do Estado de São Paulo por 14 horas. Desta vez, a Telefônica culpou um prestador de serviço, que cometeu uma falha humana, de acordo com comunicado distribuído.
Uma reportagem de COMPUTERWORLD, que ouviu especialistas e ex-funcionários do alto escalão da operadora, aponta que a excessiva terceirização de serviços e a falta de investimentos estão na raiz dos problemas enfrentados pela companhia.
Em junho, nova instabilidade afetou os usuários do Speedy. A Telefônica disse que os problemas eram localizados e não afetavam vários clientes do serviço.
Contatado, o serviço de suporte ao Speedy (pelo número 10315) ? depois de mais de dez minutos de espera, informou, por intermédio da atendente Marcia, que ?o serviço apresentava instabilidade?. Questionada se era apenas na região central de SP, ela completou: ?Não senhor. A instabilidade afeta o serviço como um todo. Estamos trabalhando para resolver o problema, mas ainda não há previsão para seu restabelecimento?.
No serviço de microblogging Twitter, há diversos relatos de problemas para acessar o serviço da Telefônica.
Na última sexta-feira, a operadora anunciou a antecipação de investimentos para solucionar os inúmeros problemas que o serviço vem enfrentando no último ano. De acordo com a Telefônica, a soma aplicada nos próximos meses chegaria a 70 milhões de reais.
A informação foi divulgada depois que, em 23/06, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) proibiu a empresa de vender planos do Speedy, por tempo indeterminado, devido aos problemas que o serviço vem apresentando.
A mais séria das falhas aconteceu em julho de 2008, quando os clientes da empresa ficaram por 36 horas sem o serviço Na ocasião, um problema no roteador, equipamento que faz o controle do tráfego da internet, em Sorocaba, interior de SP, foi apontado como o responsável pela pane.
Em abril, o serviço de banda larga da Telefônica ficou instável por quase uma semana. A empresa alegou ataque de crackers como o motivo para a instabilidade.
No começo de junho de 2009, foi a vez da telefonia fixa enfrentar problemas, deixando mudos telefones de várias regiões do Estado de São Paulo por 14 horas. Desta vez, a Telefônica culpou um prestador de serviço, que cometeu uma falha humana, de acordo com comunicado distribuído.
Uma reportagem de COMPUTERWORLD, que ouviu especialistas e ex-funcionários do alto escalão da operadora, aponta que a excessiva terceirização de serviços e a falta de investimentos estão na raiz dos problemas enfrentados pela companhia.
Em junho, nova instabilidade afetou os usuários do Speedy. A Telefônica disse que os problemas eram localizados e não afetavam vários clientes do serviço.
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